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A vigilância da Democracia: lições da História

  • Foto do escritor: Eduardo Meneses
    Eduardo Meneses
  • 12 de jun.
  • 1 min de leitura

É inconcebível para mim que o Lula dê um golpe de Estado e se mantenha no poder por mais tempo. Seria igualmente inconcebível se o Temer impedisse a posse do Bolsonaro através de um golpe, em 2018. Também seria inconcebível para mim que a Dilma Rousseff tivesse dado um golpe de Estado em 2016 e se mantivesse no poder. Seria inconcebível para mim que, em 2010, mesmo com 80% de aprovação popular, o Lula tivesse se mantido no poder através de um golpe de Estado. Seria inconcebível que, em 1998, antes de aprovada a reeleição, Fernando Henrique Cardoso se mantivesse no poder através de um golpe de Estado, ou mesmo que, em 2002, após a vitória do Lula, se mantivesse através de um golpe de Estado. Seria inconcebível que o Collor, em 1992, durante seu impeachment, tivesse dado um golpe de Estado e se mantivesse no poder.


O que se tenta construir em uma democracia como a nossa é o entendimento de que a própria democracia é um valor inalienável.


A defesa da democracia é um compromisso que transcende partidos e ideologias. É um esforço contínuo que exige vigilância, adaptação, tolerância, respeito às instituições e defesa dos direitos fundamentais.


Ao refletir sobre esses momentos históricos, reafirmamos nosso compromisso com a democracia e com a construção de um futuro mais justo e igualitário para todos e com a participação de todos.

 
 
 

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